Quem já viajou para o exterior certamente se deparou com culturas diferentes, línguas, culinárias, pessoas e muito mais, certo?

A publicidade é outro aspecto que pode variar muito de um país para outro! Confira os traços da propaganda de outros países e como a publicidade brasileira, mesmo limitada, consegue se destacar mundialmente.

Você não precisa saber muito sobre o mercado de comunicação para saber que a publicidade nacional é uma das mais criativas do mundo. Brasileiros são amplamente reconhecidos por sua resiliência e a publicidade é um dos exemplos fortes. Mesmo diante da atual situação sanitária, social e econômica em que vivemos, os profissionais de comunicação ainda inspiram os consumidores, criando trabalhos criativos e ganhando prêmios em escala global.

O CONAR (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) é uma entidade que visa propor normas para as ações publicitárias. A organização é composta por representantes da sociedade civil e anunciantes, todos voluntários, e conta com o apoio de recursos de entidades e empresas do mercado.

Sua atuação é traçada por um código que contém a totalidade e regras que todos os anunciantes devem seguir. O documento foi elaborado pelo próprio Conselho de Segurança. Qualquer atividade que viole as regras pode ser denunciada à entidade por consumidores, autoridades, empresas e parceiros, e à diretoria por meio de sites, e-mails ou cartas.

Basicamente, essas leis tem o objetivo de transmitir a compreensão de não usar informações que invadam a privacidade de pessoas, ludibriem, se apropriem de informações e feitos de terceiros, e não transmitam informações falsas que podem trazer prejuízos aos envolvidos. O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária à disposição no site do CONAR. 

Ao conhecer o perfil do consumidor brasileiro, também se conclui o resultado das peças publicitárias criadas aqui. As agências nacionais desenvolvem peças e campanhas que apelam ao emocional do consumidor, com o objetivo de estabelecer uma relação afetiva entre o comprador e a marca.

Já no exterior, comumente existem legislações próprias mais restritivas, que regulam a liberdade de trabalhar com certas estratégias publicitarias. Elas incluem o limite do apelo emocional, os tipos de serviços oferecidos, o perfil de cada consumidor e até as variedades de comunicação, hierarquia e competividade do setor.

Assim, mesmo seguindo as regras vigentes e respeitando as normas e a ética do setor, a publicidade tupiniquim supera barreiras e consegue ser única!

Curtiu o artigo? Comente aqui!